“Fomos duramente atacados sob a alegação de que somos contra o Plano Nacional da Educação. Quero esclarecer que isto não é verdade. Fomos a favor de todas as metas e diretrizes contidas no Plano, que certamente melhorarão a educação no nosso país. Mas não poderíamos compactuar com a introdução da ideologia de gênero na educação brasileira por se tratar de questão inerente e pessoal do individuo, não cabendo ao Estado regular tais condutas”, acrescentou.
Bulhões esclareceu que o PNE é uma medida orientadora de como deve ser conduzida a educação no Brasil nos dez anos seguintes à sua aprovação. De acordo com o parlamentar, para estes “novos gêneros” serem protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderiam tornar-se obrigatórios nas escolas sob o rótulo promoção da igualdade de gênero. “Somos radicalmente contra esta política de desconstrução de sexo”, acrescentou ao proferir seu voto.
Por Mônica Donato
Fotos: Douglas Gomes
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